O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou recentemente seu novo relatório, reduzindo a previsão de crescimento econômico mundial deste ano em 0,2 ponto percentual, para 3,1%. Nesse contexto, o boletim econômico da China do primeiro trimestre foi divulgado no dia 16: de acordo com cálculos preliminares, o crescimento foi de 5,0% em relação ao mesmo período do ano passado, e ampliou significativamente 0,5 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2025.
Este começo “ além das expectativas” aos olhos da mídia estrangeira, é resiliência; para o mercado, é confiança; e para o mundo, é um estabilizador raro.

Como a segunda maior economia do mundo, o PIB chinês já ultrapassou 140 trilhões de yuans em 2025. Com base nisso, um crescimento de 5% é realmente significativo. Além disso, a economia chinesa apresenta três características principais em 2026, ou seja, estabilidade, inovação e resiliência, estabelecendo uma boa base para alcançar a meta de crescimento anual.
Primeiro, os dados mostram que o desenvolvimento econômico da China é estável, já que, no primeiro trimestre, todos os três principais setores – agricultura, indústria e serviços – cresceram. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu apenas 0,9%, e a taxa de desemprego urbano, apurada por pesquisa, manteve o mesmo nível em relação ao mesmo período do ano anterior. Sob o impulso do feriadão do Ano Novo Chinês, os valores totais das vendas no varejo de bens de consumo e dos serviços aumentaram 2,4% e 5,5%, respectivamente.
Segundo, as forças inovadoras já desempenharam um papel fundamental no crescimento econômico da China. No primeiro trimestre, as proporções das manufaturas de equipamentos e alta tecnologia nos valores agregados das principais empresas industriais (com receitas anuais acima de 20 milhões de yuans) aumentaram 1,4% e 1,2%, respectivamente. Vale ressaltar que a taxa de contribuição da manufatura de alta tecnologia para o crescimento de tais empresas chegou a 32,6%.
Ao mesmo tempo, a China liderou o mundo na produção e venda de veículos de novas energias, e a alta tecnologia, a inteligência e a sustentabilidade se tornaram as principais linhas da indústria manufatureira.
Terceiro, no primeiro trimestre, o ambiente externo foi muito desfavorável, com a ascensão do protecionismo e as tensões no Oriente Médio. Nesta circunstância, a China, apoiada por um grande mercado doméstico, um sistema industrial completo e uma forte capacidade de suporte, conseguiu lidar efetivamente com os choques de riscos externos, e mostrou uma forte resiliência no desenvolvimento.
