Chengdu — Ao todo 86 pessoas morreram e 35 continuam desaparecidas após um terremoto de magnitude 6,8 na escala Richter sacudir o distrito de Luding, na Província de Sichuan, sudoeste da China, nesta segunda-feira. Os números foram divulgados pelas autoridades locais nesta quinta-feira.
O comando de resgate relatou que entre as vítimas, 50 morreram na sub-região autônoma tibetana de Ganzi e 36 na cidade de Ya’an, segundo os dados disponíveis até o meio-dia desta quinta-feira.
De acordo com o Centro de Redes Sísmicas da China, o terremoto sacudiu o distrito de Luding, em Ganzi, às 12h52 de segunda-feira (horário de Beijing)
Segundo o departamento de segurança pública da província de Sichuan, as equipes de resgate já resgataram mais de 1.500 pessoas presas no terremoto e evacuaram outros 5.782 afetados para áreas em segurança.
O departamento mobilizou 1.695 policiais e pessoal auxiliar para juntar-se aos esforços de socorro após o terremoto e enviou mais de 2.300 funcionários para ajudar a comandar o tráfego nas áreas atingidas pelo sismo.
Veículos aéreos não tripulados e ambulâncias com ligação de 5G também foram destacados para auxiliar nas operações de resgate.
De acordo com a State Grid Sichuan Electric Power Company, o fornecimento de energia elétrica foi restaurado para quase 80% dos usuários afetados na área atingida em Luding.
A empresa informou que o terremoto provocou a queda de 57 linhas de transmissão de energia e desligou 10 subestações, interrompendo o fornecimento de eletricidade a cerca de 40 mil usuários.
A empresa mobilizou 2.456 pessoas, 794 veículos, 265 geradores de eletricidade, 13 veículos geradores de energia, 142 conjuntos de equipamentos de iluminação de emergência, 134 drones e um helicóptero nas operações de socorro rápido.
