China critica o Japão por “adulterar” dados e distorcer a história da invasão

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou nesta sexta-feira (9) que a inteligência artificial deve servir ao bem e à moralidade, e não ser utilizada pelo Japão para falsificar a verdade histórica ou encobrir a responsabilidade pelas invasões durante a primeira metade do século 20.

Numa coletiva de imprensa, Mao apontou que as provas irrefutáveis dos crimes de agressão do militarismo japonês não podem ser contestadas nem negadas.

Segundo ela, usar novas tecnologias para “adulterar” dados é um novo artifício das forças de direita japonesas para distorcer e maquiar a história da agressão, cujo objetivo continua sendo influenciar a percepção do público mundial sobre a história da Segunda Guerra Mundial, a fim de eliminar os obstáculos da opinião pública à tentativa do Japão de se livrar das restrições da ordem do pós-guerra e acelerar sua “remilitarização”.

A porta-voz chinesa disse que as manobras obscuras e mal-intencionadas das forças de direita japonesas constituem uma grave ofensa aos sentimentos dos povos dos países invadidos e um desrespeito flagrante à consciência humana. “A comunidade internacional deve permanecer vigilante e resistir a elas em conjunto”, ressaltou Mao Ning.

CRI Português

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