Um porta-voz do Ministério do Comércio chinês reagiu à imposição de nova tarifa pelos Estados Unidos contra 60 economias do mundo, incluindo a taxação adicional de 12,5% contra a China, sob pretexto de “fracassar em proibir a importação de produtos feitos com trabalho forçado”, com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana.
A fonte da pasta de Comércio afirmou que o país é contrário ao trabalho forçado e já estabeleceu um sistema aperfeiçoado de leis e normas trabalhistas para prevenir e combater resolutamente as ações envolvidas.
Já os EUA ainda se recusam a assinar a Convenção sobre o Trabalho Forçado de 1930 e aproveitam esse tópico como uma ferramenta política há muito tempo. A investigação da Seção 301 e taxação adicional imposta pelo governo norte-americano neste momento representa uma ação unilateral e tipicamente protecionista. A parte chinesa expressou oposição firme a esse comportamento.
O porta-voz da pasta exortou os EUA a corrigirem seus erros e cancelarem totalmente as medidas tarifárias recentes. A China está disposta a continuar negociando com o lado norte-americano em relação às preocupações com base em respeito mútuo, igualdade e benefício recíproco.
