A fim de debater direitos humanos e governança global, a China realiza vários eventos paralelos no Conselho de Direitos Humanos da ONU

A 62ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas ocorre de 15 de junho a 7 de julho em Genebra, na Suíça. Durante o período da reunião, a China organizou diversos eventos paralelos para promover intercâmbios relacionados a direitos humanos e governança global.

Este ano marca o 20º aniversário da criação do Conselho de Direitos Humanos da ONU. A Fundação Chinesa para o Desenvolvimento dos Direitos Humanos realizou um evento paralelo com o tema “20 anos dos direitos humanos: observações da sociedade civil”. Vários especialistas e acadêmicos tanto chineses quanto estrangeiros afirmaram que, ao longo dessas duas décadas, o Conselho tem impulsionado de forma significativa o desenvolvimento da causa global dos direitos humanos. A China, que participa ativamente das atividades do Conselho, tem se tornado cada vez mais uma força construtiva na promoção da governança global dos direitos humanos.

Em outro evento paralelo intitulado “Promovendo uma governança digital centrada nas pessoas: equilíbrio entre desenvolvimento, segurança e direitos humanos”, especialistas participantes apresentaram, por meio de uma série de casos empíricos concretos da China e de outras partes do mundo, práticas que ilustram como a Iniciativa Global de Desenvolvimento da China responde, na era digital, a desafios específicos relacionados aos direitos humanos.

Em um terceiro evento com o tema “Direitos humanos e governança global”, segundo as afirmações dos participantes, a recente publicação do livro branco da China intitulado “Construir um sistema de governança global mais justo e razoável: conceitos, iniciativas e ações da China” demonstra mais uma vez o compromisso do país com o princípio de “promover os direitos humanos por meio do desenvolvimento”, bem como sua contribuição para a construção de um sistema de governança global de direitos humanos mais justo, razoável e inclusivo. Os participantes ainda disseram que a Iniciativa de Governança Global aponta uma direção importante para a reforma do sistema global de governança dos direitos humanos.

CRI Português

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