No local da 4ª Exposição Internacional da Cadeia de Suprimentos da China (CISCE, na sigla em inglês), a inteligência artificial (IA) foi um dos maiores destaques, com robôs humanoides vistos por toda parte, conquistas mais avançadas das empresas líderes de IA chinesas e estrangeiras, e a primeira área exclusiva para IA desse evento. A feira já se tornou uma plataforma importante para o capital estrangeiro integrar-se à cadeia de inovação da China.
Yang Yuan, diretor-chefe de sustentabilidade da P&G, disse que a China está muito à frente na automação e na aplicação da IA.
Wang Zhichong, presidente da Intel China, afirmou que mantém uma colaboração estreita com mais de 15 mil empresas locais.
Segundo Lan Zhenzhen, presidente de Assuntos Públicos da L’Oréal França para a Norte Asiático e a China, seus batons tem mais de 20 cores, o que exige uma cadeia de suprimentos muito complexa. A tecnologia de ponta no seu centro de operações inteligentes permite que a cadeia de suprimentos por trás de um batom ou de um creme facial seja exibida de forma muito simples e fácil de entender.
Como muitos executivos de empresas multinacionais dizem, a cadeia chinesa é a opção obrigatória para que se conectem ao futuro e planejem a longo prazo.
