“O mundo está entrando em um novo período de turbulência e transformação, e a humanidade se vê diante de escolhas entre paz e guerra, diálogo e confronto, jogo de ganha-ganha e jogo de soma zero”, aponta o livro branco intitulado Construção de um Sistema de Governança Global Mais Justo e Razoável: Conceitos, Iniciativas e Ações da China, divulgado pelo Gabinete de Informação do Conselho de Estado da China nesta quarta-feira (17).
De acordo com o documento, com amplo apoio internacional, as iniciativas de governança global vêm se convertendo, cada vez mais, em práticas concretas, com a participação ativa de diferentes partes. O texto ressalta que grandes projetos não se realizam da noite para o dia, e a implementação dessas iniciativas exige esforços conjuntos de todos os lados, com cooperação em vez de obstáculos e disputas, sempre voltados à construção de um sistema de governança global mais justo e razoável.
O livro branco destaca ainda que a governança global diz respeito aos interesses comuns e de longo prazo de todos os povos. A China conclama os países a manterem em vista o futuro da humanidade e o bem-estar de suas populações, transformando as iniciativas em ações concretas capazes de deixar um legado duradouro para as próximas gerações e para todas as nações.
“A construção de um sistema de governança global mais justo e razoável é uma meta alcançável, mas também um processo histórico”, assinala o livro branco. O documento sustenta que, desde que todas as partes permaneçam firmes e persistentes, a visão certamente poderá se transformar em realidade.
“Devemos ser realizadores, não hesitantes ou acomodados, e avançar continuamente na grande causa da reforma e do aperfeiçoamento da governança global”, enfatiza o texto.
Segundo o livro branco, a governança global busca o bem-estar comum da comunidade internacional e depende de seus esforços conjuntos. A China defende que todos os países se unam e cooperem para transformar a visão e o plano das iniciativas de governança global em roteiro e cronograma para ação conjunta.
O documento sublinha que a união faz a força: somente por meio da cooperação é possível realizar grandes feitos, transformar as propostas das iniciativas de governança global em amplo consenso e convertê-las em ações mais eficazes.
“Esta é uma era repleta de desafios e esperança, e um futuro melhor exige o empenho de gerações. Olhando para o futuro, à medida que a comunidade internacional compreender e participar mais ativamente desta importante iniciativa, as forças progressistas que defendem o multilateralismo ganharão impulso, e o grande objetivo de construir um sistema de governança global mais justo e equitativo se tornará gradualmente uma realidade”, conclui o documento.
