O Grupo de Mídia da China (CMG, na sigla em inglês) e a Universidade Renmin da China realizaram recentemente uma pesquisa, por meio do Instituto de Comunicação Internacional Contemporânea, com 12 mil pessoas de 43 países ao redor do mundo.
O resultado mostra que a maioria dos entrevistados avaliou positivamente os avanços da China na área de direitos humanos e considera que o país conseguiu conciliar a promoção dos direitos humanos com seu sistema e capacidade de governança, encontrando um caminho de desenvolvimento alinhado às tendências globais e à realidade nacional, oferecendo lições valiosas para outros países.
Direitos humanos não são apenas slogans abstratos, mas direitos concretos, acessíveis e mensuráveis no dia a dia das pessoas. Por isso, a pesquisa analisou oito aspectos: infraestrutura, nível de educação, nível de emprego, renda per capita, qualidade de vida, saúde pública, seguridade social e governança ecológica.
Entre os entrevistados globais, a aprovação da China superou 60% em todos os aspectos, chegando a mais de 70% em infraestrutura, educação, emprego e renda per capita.
A prática chinesa de governança dos direitos humanos não apenas transformou o contexto interno do país, mas também oferece referências importantes para a governança global da área.
Ideias promovidas pela China, como a Comunidade de Futuro Compartilhado para a Humanidade, as quatro iniciativas globais e a Iniciativa Cinturão e Rota, têm gerado repercussões positivas na comunidade internacional.
A pesquisa indica que mais de 60% dos entrevistados reconhecem a contribuição da China para a governança global de direitos humanos, e a satisfação com a Iniciativa Cinturão e Rota ultrapassa70%.
Além disso, 71,7% dos pesquisados consideram que a construção conjunta do Cinturão e Rota contribui para um sistema de governança global mais justo e equilibrado, enquanto 72,9% entendem que isso é importante para a inclusão e o desenvolvimento sustentável em escala mundial.
