{"id":11443,"date":"2026-06-03T05:46:33","date_gmt":"2026-06-03T08:46:33","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/?p=11443"},"modified":"2026-06-03T05:46:33","modified_gmt":"2026-06-03T08:46:33","slug":"turismo-vermelho-na-china-entre-revolucao-cotidiano-e-imaginacao-de-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/06\/03\/turismo-vermelho-na-china-entre-revolucao-cotidiano-e-imaginacao-de-futuro\/","title":{"rendered":"Turismo vermelho na China: entre revolu\u00e7\u00e3o, cotidiano e imagina\u00e7\u00e3o de futuro"},"content":{"rendered":"<p><i>Entre museus lotados, trens de alta velocidade, parques p\u00fablicos e mem\u00f3ria revolucion\u00e1ria, viagens por Wuhan e Shanghai revelam como a China transforma turismo em experi\u00eancia cultural, pol\u00edtica e cotidiana<\/i><i><\/i><\/p>\n<p>Por Iara Vidal*<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/5\/18\/1779093597278_76.jpg\" \/><\/p>\n<p>\u201cViajar \u00e9 uma das poucas coisas da vida em que a gente gasta dinheiro para voltar mais rico.\u201d N\u00e3o sei se a frase \u00e9 da minha m\u00e3e ou se fui eu quem inventou que era dela. Sei apenas que ela faz cada vez mais sentido para mim.<\/p>\n<p>H\u00e1 seis meses morando em Beijing, fiz at\u00e9 agora duas viagens de lazer pela China: Wuhan e Shanghai. E voltei de cada uma delas mais rica em conhecimento, sensa\u00e7\u00f5es e entendimento sobre este pa\u00eds t\u00e3o complexo quanto fascinante.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de visitar lugares, eu gosto de compreender como esse pa\u00eds que me acolheu se transformou na pot\u00eancia que \u00e9 hoje. Por isso, minhas viagens acabam passando pelo chamado \u201cturismo vermelho\u201d. E, at\u00e9 onde consegui perceber, esse tipo de experi\u00eancia \u00e9 muito mais vivo do que normalmente imaginamos no Brasil.<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata apenas de visitar monumentos revolucion\u00e1rios ou posar ao lado de est\u00e1tuas de Mao Zedong. Na China, o turismo vermelho mistura mem\u00f3ria hist\u00f3rica, educa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, pertencimento nacional e experi\u00eancia cultural cotidiana.<\/p>\n<p>A mem\u00f3ria da Revolu\u00e7\u00e3o de Nova Democracia, que culminou na vit\u00f3ria comunista da Guerra de Liberta\u00e7\u00e3o e na funda\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Popular da China, aparece integrada \u00e0 vida comum: nos parques, nos museus lotados, nos estudantes em excurs\u00e3o, nos idosos dan\u00e7ando em pra\u00e7as p\u00fablicas e nas fam\u00edlias circulando por espa\u00e7os que ajudam a contar a hist\u00f3ria da China contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/5\/18\/1779093609755_105.jpg\" \/><\/p>\n<h2>Encruzilhada e cora\u00e7\u00e3o da China<\/h2>\n<p>Minha primeira viagem desde que me mudei para Beijing foi para Wuhan, cidade atravessada por rios, pontes, revolu\u00e7\u00f5es e deslocamentos. Ali, a hist\u00f3ria parece circular junto com os barcos, os trens, os estudantes e os trabalhadores cruzando suas quase 700 pontes.<\/p>\n<p>Durante a viagem uma frase perfeita: \u201cSe voc\u00ea quer entender as pontes da China, v\u00e1 a Wuhan\u201d.<\/p>\n<p>Ao caminhar pela cidade, comecei a cham\u00e1-la mentalmente de \u201cRecife milenar\u201d. Talvez meu lado filha de pernambucano falando alto. Existe em Wuhan essa mesma sensa\u00e7\u00e3o de cidade moldada pela \u00e1gua, pelas travessias e por um orgulho urbano que n\u00e3o tenta se esconder.<\/p>\n<p>Mas o mais interessante \u00e9 que a mem\u00f3ria revolucion\u00e1ria convive naturalmente com cerejeiras floridas, caf\u00e9s universit\u00e1rios, barcos tur\u00edsticos, restaurantes especializados em lagostim, idosos ocupando parques p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Wuhan ocupa um lugar decisivo na hist\u00f3ria chinesa. Foi ali, em Wuchang, que come\u00e7ou a Revolu\u00e7\u00e3o de Xinhai, em 1911, derrubando o \u00faltimo imp\u00e9rio e abrindo caminho para a China moderna.<\/p>\n<p>Na minha agenda de turismo vermelho, passei pela casa da vi\u00fava de Sun Zhongshan, considerado o pai da China moderna, e, junto dela, pela mem\u00f3ria das irm\u00e3s Song \u2014 talvez uma das fam\u00edlias mais simb\u00f3licas do s\u00e9culo XX chin\u00eas.<\/p>\n<p>Song Qingling aproximou-se mais tarde do Partido Comunista da China (PCCh). Song Meiling casou-se com Chiang Kai-shek, l\u00edder do Kuomintang (KMT), tornando-se primeira-dama da China nacionalista. J\u00e1 Song Ailing, ao se casar com o banqueiro H. H. Kung, aproximou poder pol\u00edtico e financeiro. Tr\u00eas irm\u00e3s, tr\u00eas trajet\u00f3rias e tr\u00eas projetos poss\u00edveis para a China.<\/p>\n<p>Outra parada importante foi a Casa de Mao, aberta \u00e0 visita\u00e7\u00e3o. O espa\u00e7o impressiona justamente pela simplicidade. Ali aparece um Mao ainda em forma\u00e7\u00e3o, tentando compreender o pa\u00eds que desejava transformar.<\/p>\n<h2>Wuhan, o cora\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o chinesa<\/h2>\n<p>Visitei tamb\u00e9m o Memorial do 5\u00ba Congresso Nacional do PCCh, realizado em Wuhan entre 27 de abril e 9 de maio de 1927, em um dos momentos mais turbulentos da hist\u00f3ria revolucion\u00e1ria chinesa. Poucos dias antes da abertura do congresso, em 12 de abril, o Massacre de Shanghai havia abalado a possibilidade de uma frente unificada entre nacionalistas e comunistas e inaugurado um ciclo de persegui\u00e7\u00f5es, expurgos e repress\u00e3o pol\u00edtica que marcaria os rumos da Revolu\u00e7\u00e3o Chinesa.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse contexto que Wuhan reaparece como ponto de inflex\u00e3o. Ali, a estrat\u00e9gia revolucion\u00e1ria centrada nas cidades entra em crise e a revolu\u00e7\u00e3o \u00e9 for\u00e7ada a buscar outro caminho \u2014 aquele que mais tarde desembocaria na Longa Marcha e na reorganiza\u00e7\u00e3o do movimento revolucion\u00e1rio no campo.<\/p>\n<p>No Museu Revolucion\u00e1rio de Wuhan, visitei uma exposi\u00e7\u00e3o dedicada justamente aos 90 anos da vit\u00f3ria da Longa Marcha. O que mais me chamou aten\u00e7\u00e3o foi a linguagem escolhida: a hist\u00f3ria era contada por meio de\u00a0<i>lianhuanhua<\/i>, tradicionais narrativas ilustradas chinesas, uma esp\u00e9cie de antepassado popular das hist\u00f3rias em quadrinhos.<\/p>\n<p>Havia algo muito revelador ali. A Longa Marcha n\u00e3o aparecia apenas como epopeia distante, mas como mem\u00f3ria visual e pedag\u00f3gica, acess\u00edvel a crian\u00e7as, estudantes, idosos e turistas comuns.<\/p>\n<p>Talvez por isso eu tenha me sentido t\u00e3o atravessada por Wuhan. Quem me conhece sabe que tenho uma cole\u00e7\u00e3o de colares de cora\u00e7\u00e3o e um carinho especial por esse s\u00edmbolo \u2014 movimento, afeto, pulsa\u00e7\u00e3o. Wuhan, de alguma forma, parecia pulsar exatamente nessa frequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Shanghai e a mem\u00f3ria em movimento<\/p>\n<p>A Shanghai eu fui depois \u2014 e de outra maneira. J\u00e1 era minha segunda vez na cidade, que visitei pela primeira vez em 2022. Se Wuhan pulsa como cora\u00e7\u00e3o log\u00edstico e hist\u00f3rico da China, Shanghai parece operar como vitrine do encontro entre mem\u00f3ria revolucion\u00e1ria, modernidade e circula\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>Meu \u201cturismo vermelho\u201d ali come\u00e7ou no local de funda\u00e7\u00e3o do PCCh e no museu do 1\u00ba Congresso Nacional. O que mais me chamou aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi apenas a tecnologia dos espa\u00e7os, mas a quantidade de pessoas comuns ocupando aquele lugar em pleno feriado do Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora.<\/p>\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o reapareceu no Fuxing Park, na antiga Concess\u00e3o Francesa. Em meio a aposentados praticando exerc\u00edcios, crian\u00e7as correndo e turistas fazendo fotos, a est\u00e1tua de Karl Marx e Friedrich Engels parecia integrada ao fluxo normal da cidade.<\/p>\n<p>Entre trens de alta velocidade, memoriais revolucion\u00e1rios, parques p\u00fablicos e um show amaz\u00f4nico de Manoel Cordeiro \u2014 parte da programa\u00e7\u00e3o do\u00a0<i>Brazilian Day,<\/i>\u00a0integrado \u00e0 agenda do Ano Cultural Brasil-China \u2014 fazendo chineses dan\u00e7arem em Shanghai, fui percebendo que talvez a China contempor\u00e2nea seja justamente isso: um enorme espa\u00e7o de circula\u00e7\u00e3o entre mem\u00f3ria, modernidade, pol\u00edtica, consumo cultural e imagina\u00e7\u00e3o de futuro.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/5\/18\/1779093618244_168.jpg\" \/><\/p>\n<h2>Turismo de brasileiros na China<\/h2>\n<p>Essa percep\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas minha. O historiador brasileiro radicado em Moscou Rodrigo Ianhez, fundador da ag\u00eancia Estrela Vermelha, especializada em turismo pol\u00edtico e cultural, acompanha de perto a maneira como os brasileiros t\u00eam redescoberto a China.<\/p>\n<p>Segundo ele, muitos viajantes ainda desembarcam no pa\u00eds carregando imagens antigas associadas \u00e0 pobreza, desorganiza\u00e7\u00e3o e caos urbano. Mas o impacto da experi\u00eancia concreta costuma desmontar rapidamente esses estere\u00f3tipos. \u201cO contraste entre a realidade e essa imagem pr\u00e9-concebida \u00e9 t\u00e3o grande que o sentimento generalizado \u00e9 de maravilhamento\u201d,\u00a0afirma.<\/p>\n<p>Para Rodrigo, uma das diferen\u00e7as mais marcantes da China em rela\u00e7\u00e3o a outros pa\u00edses ligados \u00e0 hist\u00f3ria do socialismo \u00e9 justamente a forma como a mem\u00f3ria revolucion\u00e1ria permanece integrada ao cotidiano. \u201cNo lugar de ru\u00ednas, encontramos museus e memoriais vivos\u201d, diz.<\/p>\n<h2>Desenvolvimento e narrativa nacional<\/h2>\n<p>Os n\u00fameros ajudam a entender por que o turismo se tornou pe\u00e7a importante da China contempor\u00e2nea. Dados oficiais mostram que o pa\u00eds registrou, em 2025,\u00a0<a href=\"https:\/\/english.www.gov.cn\/archive\/statistics\/202603\/07\/content_WS69abcce2c6d00ca5f9a09b37.html\"><u>mais de 6,5 bilh\u00f5es de viagens dom\u00e9sticas<\/u><\/a>, movimentando cerca de 6,3 trilh\u00f5es de yuans. No mesmo per\u00edodo, a China recebeu mais de\u00a0<a href=\"https:\/\/english.www.gov.cn\/archive\/statistics\/202604\/10\/content_WS69d88c62c6d00ca5f9a0a539.html\"><u>150 milh\u00f5es de visitantes estrangeiros<\/u><\/a>, enquanto as\u00a0<a href=\"https:\/\/en.nia.gov.cn\/n147418\/n147463\/c183390\/content.html\"><u>pol\u00edticas de isen\u00e7\u00e3o de visto\u00a0<\/u><\/a>seguem sendo ampliadas \u2014 incluindo para brasileiros.<\/p>\n<p>Mais do que um setor econ\u00f4mico, o turismo aparece integrado \u00e0 estrat\u00e9gia de desenvolvimento do pa\u00eds. Nas diretrizes do 15\u00ba Plano Quinquenal,\u00a0<a href=\"https:\/\/english.www.gov.cn\/news\/202510\/29\/content_WS69020d2bc6d00ca5f9a072a7.html\"><u>a China trata o setor como parte do projeto de moderniza\u00e7\u00e3o<\/u><\/a>, com foco na integra\u00e7\u00e3o entre cultura e turismo, amplia\u00e7\u00e3o da infraestrutura e fortalecimento do interc\u00e2mbio internacional.<\/p>\n<p>Xi Jinping tamb\u00e9m passou a tratar\u00a0<a href=\"https:\/\/www.mct.gov.cn\/wlbphone\/wlbydd\/xxfb\/jiaodianxinwen\/202505\/t20250519_960052.html\"><u>o turismo como ferramenta estrat\u00e9gica de desenvolvimento e constru\u00e7\u00e3o de identidade nacional<\/u><\/a>.\u00a0Segundo o presidente chin\u00eas, o setor deve servir \u201ca uma vida melhor para as pessoas\u201d\u00a0e funcionar como \u201cuma ponte importante para os interc\u00e2mbios e o entendimento m\u00fatuo entre os povos\u201d.<\/p>\n<p>Talvez seja justamente isso que apare\u00e7a com tanta for\u00e7a em cidades como Wuhan e Shanghai: o turismo funcionando ao mesmo tempo como mem\u00f3ria hist\u00f3rica, experi\u00eancia cultural, circula\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e narrativa de futuro.<\/p>\n<p><i>* Iara Vidal \u00e9 pesquisadora independente dedicada ao estudo das interse\u00e7\u00f5es entre moda, pol\u00edtica e cultura. Jornalista brasileira radicada em Beijing, trabalha como editora na CGTN em Portugu\u00eas, emissora do Grupo de M\u00eddia da China (CMG, na sigla em ingl\u00eas).<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre museus lotados, trens de alta velocidade, parques p\u00fablicos e mem\u00f3ria revolucion\u00e1ria, viagens por Wuhan e Shanghai revelam como a China transforma turismo em experi\u00eancia cultural, pol\u00edtica e cotidiana Por Iara Vidal* \u201cViajar \u00e9 uma das poucas coisas da vida&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-11443","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-visao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Turismo vermelho na China: entre revolu\u00e7\u00e3o, cotidiano e imagina\u00e7\u00e3o de futuro - 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