{"id":11154,"date":"2026-04-24T07:02:55","date_gmt":"2026-04-24T10:02:55","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/?p=11154"},"modified":"2026-04-24T07:02:55","modified_gmt":"2026-04-24T10:02:55","slug":"china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/","title":{"rendered":"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China"},"content":{"rendered":"<p><i>Entre 1977 e 2026, o audiovisual revela n\u00e3o s\u00f3 mudan\u00e7as est\u00e9ticas, mas projetos de pa\u00eds, disputas de linguagem e novas formas de presen\u00e7a global.<\/i><\/p>\n<p>Henfil, nessa nossa prosa imagin\u00e1ria sobre a China que voc\u00ea viu em 1977 e a China onde vivo hoje, em 2026, j\u00e1 passamos pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/01\/29\/ARTI1769676668110863\">Ex\u00e9rcito Popular de Liberta\u00e7\u00e3o<\/a>, pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/02\/17\/ARTI1771052351794428\">transporte p\u00fablico<\/a>, pelos\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/03\/02\/ARTI1772439969701279\">rob\u00f4s humanoides<\/a>\u00a0e pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/04\/07\/ARTI1775547630866726\">sistema de sa\u00fade<\/a>. Hoje, eu vou deslocar um pouco o eixo da nossa conversa \u2014 deixo de lado o seu livro por um momento \u2014 para falar de cinema.<u><\/u><\/p>\n<p><i>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<\/i><a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/01\/15\/ARTI1768444716844411\"><i>DI\u00c1RIO DA CHINA &#8211; Uma prosa imagin\u00e1ria com Henfil na China antes da Coca-Cola<\/i><\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center\">Quando o cinema era disputa<\/h2>\n<p>Henfil, em 1977, Brasil e China eram bem diferentes \u2014 mas tinham algo em comum: o cinema ainda carregava fortemente as marcas da pol\u00edtica. No Brasil, ele vivia espremido entre censura, mercado e inven\u00e7\u00e3o. Era um campo meio partido: de um lado, pornochanchadas e com\u00e9dias populares dominando as salas; de outro, um cinema de autor ainda pulsando, herdeiro do Cinema Novo, al\u00e9m de document\u00e1rios e obras aleg\u00f3ricas que driblavam a repress\u00e3o. Um cinema que sobrevivia no improviso, na ast\u00facia e na met\u00e1fora \u2014 como tanta coisa naquele Brasil.<\/p>\n<p>Aqui na China, a l\u00f3gica era outra. O cinema ainda n\u00e3o era uma \u201cind\u00fastria\u201d como hoje: produ\u00e7\u00e3o limitada, est\u00fadios em reativa\u00e7\u00e3o e um sistema centralizado, em que os filmes circulavam mais por uma rede estatal do que pelo mercado. Funcionava como meio de comunica\u00e7\u00e3o de massa, instrumento de forma\u00e7\u00e3o social e parte de um projeto pol\u00edtico mais amplo \u2014 chegando \u00e0s cidades, ao interior e a regi\u00f5es remotas por meio de proje\u00e7\u00f5es itinerantes.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023750257_521.jpeg\" \/><\/p>\n<p>E os n\u00fameros ajudam a entender: a rede de exibi\u00e7\u00e3o saltou de cerca de 1.000 unidades em 1949 para mais de 115 mil em 1978, passando de 180 mil nos anos 1980. No fim, enquanto o Brasil improvisava para existir, a China se reorganizava para voltar a produzir. Em ambos os casos, cinema era mais do que entretenimento: era linguagem, disputa e sintoma de \u00e9poca.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center\">Diversidade brasileira, agora com estrutura<\/h2>\n<p>Em 2026, a fotografia \u00e9 outra. O audiovisual brasileiro aparece como um setor mais robusto institucionalmente, mais internacionalizado e ainda marcado pela diversidade de linguagens \u2014 talvez sua maior for\u00e7a.<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria l\u00f3gica da Cinemateca, ao destacar a \u201cdiversidade filmogr\u00e1fica\u201d em publica\u00e7\u00f5es como\u00a0<a href=\"https:\/\/cinemateca.org.br\/publicacao\/1974-50-anos-depois\/\"><i>1974: 50 anos depois<\/i><\/a>, ajuda a ler o presente: o cinema brasileiro continua sem caber em um \u00fanico estilo \u2014 s\u00f3 que agora com pol\u00edticas p\u00fablicas mais estruturadas, maior circula\u00e7\u00e3o internacional e um mercado em retomada.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023953895_715.jpeg\" \/><\/p>\n<p>O Brasil voltou a se projetar para fora sem deixar de carregar suas velhas tens\u00f5es: depend\u00eancia de financiamento estatal, desigualdades regionais, disputa com plataformas e a eterna batalha para transformar criatividade em perman\u00eancia. Seguimos brasileiros at\u00e9 no audiovisual: inventivos, contradit\u00f3rios e sempre negociando as condi\u00e7\u00f5es da pr\u00f3pria exist\u00eancia.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center\">A engrenagem chinesa<\/h2>\n<p>Aqui na China, essa transforma\u00e7\u00e3o pode ser medida em n\u00fameros \u2014 e eles ajudam a dimensionar a virada. O cinema hoje opera em escala continental e com l\u00f3gica industrial. O pa\u00eds j\u00e1 \u00e9 o\u00a0<a href=\"https:\/\/english.news.cn\/20260101\/021ec8464b234ce09e0e47f64ef392c3\/c.html\">maior mercado do mundo em n\u00famero de telas<\/a>, com cerca de 90 mil em funcionamento e planos de chegar a 100 mil.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023776055_76.png\" \/><\/p>\n<p>A bilheteria acompanha: em 2025, o mercado superou os 50 bilh\u00f5es de yuans, com picos concentrados em janelas estrat\u00e9gicas como o Ano-Novo Chin\u00eas \u2014 uma esp\u00e9cie de olimp\u00edada da bilheteria. Nada improvisado.<\/p>\n<p>Na produ\u00e7\u00e3o, o ritmo tamb\u00e9m impressiona. Mais de 400 filmes chegaram \u00e0s telas ao longo do ano de 2025. N\u00e3o \u00e9 apenas volume: \u00e9 um sistema que organiza cria\u00e7\u00e3o, aprova\u00e7\u00e3o, tecnologia, distribui\u00e7\u00e3o e consumo de forma cont\u00ednua.<\/p>\n<p>E o cinema aqui j\u00e1 n\u00e3o pode ser pensado isoladamente. Em 2025,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.china.org.cn\/2026-04\/17\/content_118443830.shtml\">a ind\u00fastria ultrapassou 800 bilh\u00f5es de yuans<\/a>, somando bilheteria, tecnologia, servi\u00e7os e propriedade intelectual. O audiovisual\u00a0<a href=\"https:\/\/www.chinadaily.com.cn\/a\/202601\/27\/WS69782b41a310d6866eb35f46.html\">se espalhou para al\u00e9m da sala escura<\/a>: telas LED, plataformas, celulares, microdramas. A tela se multiplicou \u2014 e, com ela, Estado, mercado e tecnologia parecem ter decidido crescer juntos. E tem mais um detalhe importante: os maiores sucessos aqui costumam ser produ\u00e7\u00f5es nacionais. Blockbusters, anima\u00e7\u00f5es, fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com identidade local. N\u00e3o s\u00e3o acasos. S\u00e3o projeto.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center\">Quando o cinema vira ponte<\/h2>\n<p>\u00c9 nesse cen\u00e1rio que 2026 ganha um sabor especial. O\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/03\/31\/ARTI1774939200951283\">Ano Cultural Brasil-China<\/a>\u00a0transformou o audiovisual em um dos terrenos mais vis\u00edveis dessa aproxima\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o ficou na ret\u00f3rica diplom\u00e1tica. Teve circula\u00e7\u00e3o concreta. Teve tela. Teve filme atravessando fronteiras.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023805917_184.png\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023839318_658.jpeg\" \/><\/p>\n<p>Beijing recebeu o festival\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/04\/17\/ARTI1776411970938943\"><i>Amaz\u00f4nia: Uma Floresta na Tela<\/i><\/a>. Depois,\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.people.com.cn\/n3\/2026\/0323\/c309810-20438926.html\"><i>O Agente Secreto<\/i><\/a><a href=\"https:\/\/portuguese.people.com.cn\/n3\/2026\/0323\/c309810-20438926.html\">\u00a0<\/a>chegou ao circuito comercial. E o cineasta Gabriel Mascaro passou a integrar o j\u00fari do\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/04\/17\/ARTI1776411970938943\">Festival Internacional de Cinema de Beijing<\/a>.<u><\/u><\/p>\n<p>Do outro lado, S\u00e3o Paulo sediou a\u00a0<a href=\"https:\/\/portuguese.xinhuanet.com\/20260306\/108534b94807413b95e27cb078e1581f\/c.html\"><i>Semana do Cinema Chin\u00eas \u2013 Shanghai no Brasil<\/i><\/a>, levando produ\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas ao p\u00fablico brasileiro. N\u00e3o \u00e9 uma troca sim\u00e9trica \u2014 nem precisa ser. Mas j\u00e1 \u00e9 uma troca real, vis\u00edvel e promissora. Cinema, aqui, virou linguagem de encontro.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center\">Um pa\u00eds que planeja at\u00e9 o encantamento<\/h2>\n<p>E a\u00ed tem um detalhe que voc\u00ea ia gostar, Henfil. Se quiser encontrar o \u201ccora\u00e7\u00e3o f\u00edsico\u201d desse cinema chin\u00eas, voc\u00ea vai parar em Hengdian \u2014 uma vila que virou uma esp\u00e9cie de Hollywood com caracter\u00edsticas chinesas. Ali, o cinema \u00e9 modo de vida. Cen\u00e1rios ficam de p\u00e9 o ano inteiro. O passado est\u00e1 sempre pronto para entrar em cena.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777024117758_49.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777024122208_413.jpg\" \/><\/p>\n<p>Mas Hengdian n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 set. \u00c9 ecossistema: cinema, turismo, espet\u00e1culo, economia local. Tudo junto. Porque, por aqui, separar arte, ind\u00fastria e entretenimento nunca pareceu muito \u00fatil. E o sistema n\u00e3o para ali.<\/p>\n<p>Beijing organiza \u2014\u00a0<a href=\"https:\/\/www.chinadaily.com.cn\/a\/202409\/20\/WS66ecc008a3103711928a8c69.html\">mais de 20 mil empresas ligadas ao audiovisual<\/a>.<\/p>\n<p>Qingdao moderniza \u2014\u00a0<a href=\"https:\/\/news.cgtn.com\/news\/2025-04-26\/Qingdao-A-high-tech-hub-for-Chinese-movies-1CSSUkHRhKg\/p.html\">est\u00fadios gigantes, produ\u00e7\u00e3o virtual, padr\u00e3o internacional<\/a>.<\/p>\n<p>No fim, a China n\u00e3o tem uma Hollywood. Tem um sistema. E esse sistema conversa com algo maior: o cinema como parte do projeto nacional de desenvolvimento. Cultura aqui n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 express\u00e3o. \u00c9 estrat\u00e9gia. Soft power, sim \u2014 mas com base material, planejamento de longo prazo e ambi\u00e7\u00e3o de pa\u00eds.<\/p>\n<p><i>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<\/i><a href=\"https:\/\/portuguese.cgtn.com\/2026\/01\/23\/ARTI1769154943371975\"><i>Ascens\u00e3o do mercado de luxo made in China ajuda a entender o \u201csoft power com caracter\u00edsticas chinesas\u201d<\/i><\/a><\/p>\n<p>Porque, por aqui, Henfil, at\u00e9 o encanto vem com planejamento.<\/p>\n<p><i>Por Iara Vidal, pesquisadora independente dedicada ao estudo das interse\u00e7\u00f5es entre moda, pol\u00edtica e cultura. Jornalista brasileira radicada em Beijing, trabalha como editora na CGTN em Portugu\u00eas, emissora do Grupo de M\u00eddia da China (CMG, na sigla em ingl\u00eas).<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre 1977 e 2026, o audiovisual revela n\u00e3o s\u00f3 mudan\u00e7as est\u00e9ticas, mas projetos de pa\u00eds, disputas de linguagem e novas formas de presen\u00e7a global. Henfil, nessa nossa prosa imagin\u00e1ria sobre a China que voc\u00ea viu em 1977 e a China&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-11154","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-visao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China - CRI e Diario de Pernambuco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China - CRI e Diario de Pernambuco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Entre 1977 e 2026, o audiovisual revela n\u00e3o s\u00f3 mudan\u00e7as est\u00e9ticas, mas projetos de pa\u00eds, disputas de linguagem e novas formas de presen\u00e7a global. Henfil, nessa nossa prosa imagin\u00e1ria sobre a China que voc\u00ea viu em 1977 e a China...\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"CRI e Diario de Pernambuco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-04-24T10:02:55+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023750257_521.jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"CRI Portugu\u00eas\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"CRI Portugu\u00eas\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"CRI Portugu\u00eas\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/e474aead631cd4098632e11d3fbce118\"},\"headline\":\"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China\",\"datePublished\":\"2026-04-24T10:02:55+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/\"},\"wordCount\":1130,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/38picres.cgtn.com\\\/photoAlbum\\\/page\\\/performance\\\/img\\\/2026\\\/4\\\/24\\\/1777023750257_521.jpeg\",\"articleSection\":[\"Vis\u00e3o\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/\",\"name\":\"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China - CRI e Diario de Pernambuco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/38picres.cgtn.com\\\/photoAlbum\\\/page\\\/performance\\\/img\\\/2026\\\/4\\\/24\\\/1777023750257_521.jpeg\",\"datePublished\":\"2026-04-24T10:02:55+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/38picres.cgtn.com\\\/photoAlbum\\\/page\\\/performance\\\/img\\\/2026\\\/4\\\/24\\\/1777023750257_521.jpeg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/38picres.cgtn.com\\\/photoAlbum\\\/page\\\/performance\\\/img\\\/2026\\\/4\\\/24\\\/1777023750257_521.jpeg\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/2026\\\/04\\\/24\\\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/\",\"name\":\"CRI e Diario de Pernambuco\",\"description\":\"R\u00e1dio Internacional da China\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#organization\",\"name\":\"CRI e Diario de Pernambuco\",\"url\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/2\\\/2022\\\/12\\\/cropped-Logo.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/2\\\/2022\\\/12\\\/cropped-Logo.jpg\",\"width\":700,\"height\":59,\"caption\":\"CRI e Diario de Pernambuco\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/e474aead631cd4098632e11d3fbce118\",\"name\":\"CRI Portugu\u00eas\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e2ac889ef882d4dc53091b610766dce49106cf9fe98c76e06745abb0993b2763?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e2ac889ef882d4dc53091b610766dce49106cf9fe98c76e06745abb0993b2763?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e2ac889ef882d4dc53091b610766dce49106cf9fe98c76e06745abb0993b2763?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"CRI Portugu\u00eas\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.diariodepernambuco.com.br\\\/\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/diariodepe.com.br\\\/cri\\\/author\\\/agencia-cri\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China - CRI e Diario de Pernambuco","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China - CRI e Diario de Pernambuco","og_description":"Entre 1977 e 2026, o audiovisual revela n\u00e3o s\u00f3 mudan\u00e7as est\u00e9ticas, mas projetos de pa\u00eds, disputas de linguagem e novas formas de presen\u00e7a global. Henfil, nessa nossa prosa imagin\u00e1ria sobre a China que voc\u00ea viu em 1977 e a China...","og_url":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/","og_site_name":"CRI e Diario de Pernambuco","article_published_time":"2026-04-24T10:02:55+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023750257_521.jpeg","type":"","width":"","height":""}],"author":"CRI Portugu\u00eas","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"CRI Portugu\u00eas","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/"},"author":{"name":"CRI Portugu\u00eas","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#\/schema\/person\/e474aead631cd4098632e11d3fbce118"},"headline":"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China","datePublished":"2026-04-24T10:02:55+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/"},"wordCount":1130,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023750257_521.jpeg","articleSection":["Vis\u00e3o"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/","url":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/","name":"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China - CRI e Diario de Pernambuco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023750257_521.jpeg","datePublished":"2026-04-24T10:02:55+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#primaryimage","url":"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023750257_521.jpeg","contentUrl":"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2026\/4\/24\/1777023750257_521.jpeg"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2026\/04\/24\/china-em-dois-tempos-do-improviso-a-industria-e-o-cinema-como-ponte-entre-brasil-e-china\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"China em Dois tempos: do improviso \u00e0 ind\u00fastria \u2014 e o cinema como ponte entre Brasil e China"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#website","url":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/","name":"CRI e Diario de Pernambuco","description":"R\u00e1dio Internacional da China","publisher":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#organization","name":"CRI e Diario de Pernambuco","url":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2022\/12\/cropped-Logo.jpg","contentUrl":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2022\/12\/cropped-Logo.jpg","width":700,"height":59,"caption":"CRI e Diario de Pernambuco"},"image":{"@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/#\/schema\/person\/e474aead631cd4098632e11d3fbce118","name":"CRI Portugu\u00eas","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e2ac889ef882d4dc53091b610766dce49106cf9fe98c76e06745abb0993b2763?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e2ac889ef882d4dc53091b610766dce49106cf9fe98c76e06745abb0993b2763?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e2ac889ef882d4dc53091b610766dce49106cf9fe98c76e06745abb0993b2763?s=96&d=mm&r=g","caption":"CRI Portugu\u00eas"},"sameAs":["https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/"],"url":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/author\/agencia-cri\/"}]}},"cc_featured_image_caption":{"caption_text":"","source_text":"","source_url":""},"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11154","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11154"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11154\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11155,"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11154\/revisions\/11155"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11154"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}