{"id":10255,"date":"2025-12-20T00:45:27","date_gmt":"2025-12-20T03:45:27","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/?p=10255"},"modified":"2025-12-20T00:45:27","modified_gmt":"2025-12-20T03:45:27","slug":"moda-linguagem-e-revolucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepe.com.br\/cri\/2025\/12\/20\/moda-linguagem-e-revolucao\/","title":{"rendered":"MODA, LINGUAGEM E REVOLU\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"<p>por Iara Vidal*<\/p>\n<p><strong>Como um botton ajuda a explicar a pol\u00edtica por tr\u00e1s das palavras sobre a China<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/38picres.cgtn.com\/photoAlbum\/page\/performance\/img\/2025\/12\/19\/1766131041870_221.png\" \/><\/p>\n<p><i>Da est<\/i><i>\u00e9<\/i><i>tica de um bal<\/i><i>\u00e9\u00a0<\/i><i>revolucion\u00e1<\/i><i>rio \u00e0\u00a0<\/i><i>disputa por nomes como Beijing e Partido Comunista da China<\/i><\/p>\n<p>\u00c0 primeira vista, a foto que ilustra este artigo mostra apenas um botton preso ao casaco. Pequeno, simples, quase discreto. Mas, como acontece muitas vezes na moda, o detalhe carrega hist\u00f3ria, mem\u00f3ria e posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Esse acess\u00f3rio foi criado pela artista Tings Chak para um grupo de amigas estrangeiras e chinesas \u2014 do qual fa\u00e7o parte \u2014 que recebeu o nome provocativo\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>China Propaganda Chicks\u201d, que pode ser traduzido como\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>as garotas da propaganda pr\u00f3-China\u201d.<\/p>\n<p>A piada n\u00e3o \u00e9 gratuita. Ela responde a algo muito comum no debate ocidental: qualquer fala que n\u00e3o repita o discurso dominante sobre a China costuma ser rapidamente chamada de\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>propaganda\u201d. O botton devolve esse r\u00f3tulo em forma de humor. Se tudo vira propaganda, ent\u00e3o o termo \u00e9 assumido, transformado e usado com ironia. Aqui, a moda funciona como linguagem direta.<\/p>\n<p><strong>O Destacamento Vermelho Feminino<\/strong><\/p>\n<p>Mas o botton n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 brincadeira. A imagem usada faz refer\u00eancia a um bal\u00e9 muito espec\u00edfico e importante da hist\u00f3ria chinesa: O\u00a0<i>Destacamento Vermelho Feminino<\/i>\u00a0(<i>The Red Detachment of Women<\/i>), criado nos anos 1960 e transformado em um dos s\u00edmbolos mais conhecidos da arte revolucion\u00e1ria chinesa.<\/p>\n<p>A obra foi inspirada em batalh\u00f5es reais de mulheres formados durante a Guerra Revolucion\u00e1ria Agr\u00e1ria da China, especialmente na ilha de Hainan, localizada ao sul do pa\u00eds, nos anos 1930. Naquele per\u00edodo, essas mulheres integravam o Ex\u00e9rcito Vermelho dos Trabalhadores e Camponeses da China, nome oficial das for\u00e7as armadas comunistas antes da cria\u00e7\u00e3o do atual Ex\u00e9rcito Popular de Liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Conhecido internacionalmente como\u00a0<i>Chinese Workers<\/i><i><span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u2019\u00a0<\/span><\/i><i><span dir=\"LTR\">\u00a0<\/span><\/i><i>and Peasants<\/i><i><span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u2019\u00a0<\/span><\/i><i><span dir=\"LTR\">\u00a0<\/span><\/i><i>Red Army<\/i>, o Ex\u00e9rcito Vermelho foi a principal for\u00e7a militar do Partido Comunista da China (PCCh) durante a guerra civil. Foi dentro dessa estrutura que surgiram destacamentos femininos como parte de um esfor\u00e7o mais amplo de mobiliza\u00e7\u00e3o popular, pol\u00edtica e militar.<\/p>\n<p>Esses destacamentos n\u00e3o eram simb\u00f3licos. As mulheres recebiam treinamento militar, aprendiam a manusear armas e atuavam como combatentes, mensageiras, guardas e enfermeiras, al\u00e9m de exercerem fun\u00e7\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nas comunidades locais. Em sua maioria, eram camponesas pobres, ex-servas dom\u00e9sticas ou trabalhadoras rurais que viam na luta revolucion\u00e1ria uma possibilidade concreta de romper com rela\u00e7\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>O bal\u00e9 transforma essa experi\u00eancia hist\u00f3rica em linguagem art\u00edstica. Nele, mulheres armadas aparecem como protagonistas da narrativa, n\u00e3o como figurantes. S\u00e3o corpos em forma\u00e7\u00e3o coletiva, em marcha e em combate. A est\u00e9tica mistura arte, disciplina e luta, combinando elementos do bal\u00e9 cl\u00e1ssico com gestos militares e uma narrativa pol\u00edtica clara.<\/p>\n<p>Com o tempo, essa imagem se tornou um s\u00edmbolo forte.\u00a0<i>O Destacamento Vermelho Feminino<\/i>\u00a0ultrapassou o palco e passou a circular em cartazes, livros, exposi\u00e7\u00f5es, filmes e objetos culturais. Ao reaparecer agora em um botton, essa est\u00e9tica mostra como a mem\u00f3ria dessas mulheres continua viva \u2014 deslocada do campo de batalha para o cotidiano, do espet\u00e1culo oficial para o vestu\u00e1rio, da propaganda revolucion\u00e1ria para a reapropria\u00e7\u00e3o cr\u00edtica.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o botton n\u00e3o apenas cita um bal\u00e9. Ele aciona uma hist\u00f3ria concreta de mulheres organizadas, armadas e politizadas, lembrando que moda tamb\u00e9m pode funcionar como arquivo hist\u00f3rico e linguagem pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Para saber mais sobre essas revolucion\u00e1rias chinesas, recomendo o artigo de Tings Chak no\u00a0<i>People<\/i><i><span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u2019<\/span><\/i><i>s Dispatch<\/i>:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/peoplesdispatch.org\/2021\/02\/06\/the-enduring-legacy-of-chinas-red-detachment-of-women\"><span lang=\"PT\">https:\/\/peoplesdispatch.org\/2021\/02\/06\/the-enduring-legacy-of-chinas-red-detachment-of-women<\/span><\/a><\/p>\n<p>Para conhecer o bal\u00e9\u00a0<i>O Destacamento Vermelho Feminino<\/i><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ZlSvCglASRA\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ZlSvCglASRA<\/a><\/p>\n<p><strong>Nomear tamb\u00e9m \u00e9 uma escolha pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p>A mesma disputa simb\u00f3lica que aparece no botton do grupo de mulheres comunistas na China tamb\u00e9m se manifesta na linguagem. O modo como a China\u00a0\u00e9\u00a0nomeada, traduzida e apresentada ao mundo nunca\u00a0\u00e9\u00a0neutro. Palavras carregam hist\u00f3ria, enquadramento e inten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em portugu\u00eas, o nome correto\u00a0\u00e9\u00a0Partido Comunista da China (PCCh), e n\u00e3o\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>Partido Comunista Chin\u00eas\u201d. A diferen\u00e7a pode parecer sutil, mas\u00a0\u00e9\u00a0fundamental.\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>Da China\u201d\u00a0se refere a um pa\u00eds e a um Estado concretos;\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>chin\u00eas\u201d\u00a0desloca o sentido para uma identidade gen\u00e9rica, quase cultural, como se o partido fosse apenas uma express\u00e3o abstrata de um povo homog\u00eaneo.<\/p>\n<p>Em ingl\u00eas, essa disputa fica ainda mais evidente. O pr\u00f3prio partido se autodenomina CPC (Communist Party of China), forma usada em documentos oficiais, discursos, comunicados diplom\u00e1ticos e textos institucionais. Ainda assim, grande parte da m\u00eddia ocidental insiste em usar CCP (Chinese Communist Party), uma sigla criada e consolidada durante a Guerra Fria.<\/p>\n<p>Essa escolha n\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0casual. CCP carrega um peso hist\u00f3rico e ideol\u00f3gico espec\u00edfico, associado ao imagin\u00e1rio do\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>perigo comunista\u201d, da amea\u00e7a externa e do inimigo sist\u00eamico. Ao ignorar a autodenomina\u00e7\u00e3o e manter uma sigla herdada desse per\u00edodo, refor\u00e7a-se uma leitura simplificada e frequentemente hostil da China, reduzida a um r\u00f3tulo cristalizado no s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>Nomear, portanto, n\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0apenas descrever. \u00c9 enquadrar. \u00c9 escolher de que lugar pol\u00edtico, hist\u00f3rico e cultural se fala. Assim como um botton pode ironizar e tensionar discursos dominantes, a linguagem tamb\u00e9m pode reproduzir ou questionar vis\u00f5es de mundo. E, nesse jogo simb\u00f3lico, cada palavra conta.<\/p>\n<p><strong>Beijing, n\u00e3o Pequim<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo racioc\u00ednio vale para o nome da capital chinesa. O nome correto\u00a0\u00e9 Beijing, n\u00e3o Pequim. A escolha n\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0detalhe gr\u00e1fico nem prefer\u00eancia estil\u00edstica. Ela revela como a China\u00a0\u00e9\u00a0historicamente nomeada a partir de fora \u2014 e como esse h\u00e1bito ainda persiste.<\/p>\n<p>Beijing segue o pinyin, sistema oficial de romaniza\u00e7\u00e3o do mandarim adotado pela China desde 1958. O pinyin foi criado para padronizar a escrita dos sons do chin\u00eas em letras latinas, apoiar o ensino da l\u00edngua, facilitar a alfabetiza\u00e7\u00e3o e permitir uma comunica\u00e7\u00e3o internacional mais precisa. \u00c9 esse sistema que orienta hoje a escrita de nomes como Beijing, Shanghai, Guangzhou e Shenzhen.<\/p>\n<p>J\u00e1 \u201cPequim\u201d\u00a0vem do franc\u00eas\u00a0<i>P<\/i><i>\u00e9kin<\/i>, forma baseada em sistemas antigos de romaniza\u00e7\u00e3o usados por europeus, como o Wade-Giles. Essas grafias refletem pron\u00fancias do mandarim anteriores \u00e0\u00a0padroniza\u00e7\u00e3o moderna e passaram por media\u00e7\u00f5es lingu\u00edsticas coloniais, especialmente francesas e inglesas.<\/p>\n<p>Em outras palavras,\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>Pequim\u201d n\u00e3o nasce da forma como os chineses nomeiam sua cidade, mas da forma como ela foi ouvida, adaptada e escrita por estrangeiros em contextos hist\u00f3ricos marcados por assimetrias de poder.<\/p>\n<p>Por isso, o uso persistente de\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>Pequim\u201d\u00a0carrega um res\u00edduo colonial. Ele mant\u00e9m uma nomenclatura externa e ultrapassada, que ignora a atualiza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica promovida pela pr\u00f3pria China e a maneira como o pa\u00eds se apresenta ao mundo hoje.<\/p>\n<p>Usar Beijing n\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0modismo, milit\u00e2ncia ou alinhamento autom\u00e1tico.\u00a0\u00c9 reconhecer a autodenomina\u00e7\u00e3o, a soberania lingu\u00edstica e a padroniza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea adotada pelo pa\u00eds\u00a0\u2014 o mesmo crit\u00e9rio que costuma ser aplicado sem questionamento a outras capitais globais.<\/p>\n<p><strong>Moda tamb\u00e9m fala<\/strong><\/p>\n<p>Nada disso\u00a0\u00e9\u00a0detalhe. Nomear\u00a0\u00e9\u00a0escolher. Traduzir\u00a0\u00e9\u00a0interpretar. Vestir s\u00edmbolos tamb\u00e9m\u00a0\u00e9\u00a0tomar posi\u00e7\u00e3o no mundo.<\/p>\n<p>Quando um botton recupera a est\u00e9tica de um bal\u00e9\u00a0revolucion\u00e1rio, ironiza o r\u00f3tulo de propaganda e passa a circular no cotidiano, ele faz algo que a moda sempre fez em seus momentos mais politizados: transforma o corpo em suporte de mem\u00f3ria, cr\u00edtica e disputa simb\u00f3lica. O que poderia ser apenas adorno vira coment\u00e1rio hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>\u00c9 o mesmo gesto que est\u00e1\u00a0em jogo quando se opta por dizer Partido Comunista da China, e n\u00e3o\u00a0<span dir=\"RTL\" lang=\"AR-SA\">\u201c<\/span>Partido Comunista Chin\u00eas\u201d, ou quando se escolhe Beijing, e n\u00e3o Pequim. Em todos esses casos, trata-se de reconhecer a autodenomina\u00e7\u00e3o, recusar heran\u00e7as ideol\u00f3gicas e coloniais e assumir que linguagem tamb\u00e9m\u00a0\u00e9\u00a0campo de poder.<\/p>\n<p>No fim das contas, moda tamb\u00e9m\u00a0\u00e9\u00a0linguagem pol\u00edtica. Ela comunica, provoca e enquadra o mundo.<\/p>\n<p>E, \u00e0s vezes, um pequeno acess\u00f3rio preso ao casaco \u2014 assim como um nome bem escolhido \u2014 ajuda a entender o presente melhor do que muitos discursos oficiais.<\/p>\n<p><i>* Iara Vidal\u00a0<\/i><i>\u00e9\u00a0<\/i><i>pesquisadora independente dedicada ao estudo das interse\u00e7\u00f5<\/i><i>es entre moda, pol\u00ed<\/i><i>tica e cultura. Jornalista brasileira radicada em Beijing, trabalha como editora na CGTN em portugu\u00ea<\/i><i>s, emissora do Grupo de M\u00eddia da China (CMG, na sigla em ingl\u00eas).<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Iara Vidal* Como um botton ajuda a explicar a pol\u00edtica por tr\u00e1s das palavras sobre a China Da est\u00e9tica de um bal\u00e9\u00a0revolucion\u00e1rio \u00e0\u00a0disputa por nomes como Beijing e Partido Comunista da China \u00c0 primeira vista, a foto que ilustra&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-10255","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-china"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>MODA, LINGUAGEM E REVOLU\u00c7\u00c3O - 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