Um porta‑voz do Ministério do Comércio da China respondeu nesta quarta-feira (5) a perguntas sobre as contramedidas adotadas em resposta a uma série de medidas negativas contra o país, tomadas pela Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) e pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, na sigla em inglês).
Desde o encontro entre os chefes de Estado da China e dos Estados Unidos em Busan, a FCC tem ignorado a forte oposição da China e os apelos dos setores industriais de ambos os países, ampliado de forma indiscriminada o conceito de segurança nacional e adotado, repetidamente, medidas restritivas contra a China.
Em particular, apesar das reiteradas manifestações da China, os Estados Unidos incluíram mais de 40 entidades chinesas na chamada lista da Lei de Prevenção do Trabalho Forçado dos Uigures em 31 de julho, logo após a videoconferência entre os representantes responsáveis pelas negociações econômico‑comerciais da China e dos EUA, realizada em 30 de julho. A China expressou forte insatisfação e firme oposição à medida.
As práticas dos Estados Unidos violaram gravemente os importantes consensos alcançados pelos chefes de Estado dos dois países e prejudicaram seriamente os legítimos direitos e interesses da China. Diante disso, o país não teve outra alternativa a não ser adotar as contramedidas necessárias.
