O representante permanente da China nas Nações Unidas, Fu Cong, destacou nesta sexta-feira (26) que é imperativo defender conjuntamente os frutos da vitória da Segunda Guerra Mundial, sem permitir, de modo algum, que o “novo militarismo” ganhe força e se torne uma ameaça.
Fu Cong fez as declarações durante a sessão comemorativa do “Dia da Carta das Nações Unidas” na Assembleia Geral da ONU. Ele enfatizou que a celebração da data não é apenas uma retrospectiva histórica, mas também um olhar voltado para o futuro.
O representante chinês ressaltou que, perante as turbulências e crises interligadas do mundo e os desafios enfrentados pela ONU, todos os países devem agir, com ações reais, para salvaguardar a Carta, assim como revitalizar, reativar e fortalecer conjuntamente as Nações Unidas.
Fu Cong apresentou três pontos fundamentais: primeiro, retornar à intenção original da Carta; segundo, promover o espírito da Carta; terceiro, cumprir as obrigações nela estipuladas.
O diplomata reafirmou que a China, como o primeiro país a assinar a Carta das Nações Unidas, continuará a cumprir seu compromisso solene com a Carta por meio de ações concretas, dedicando esforços incansáveis à construção de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade.
