China: Xinjiang nunca teve o chamado “trabalho forçado” sistemático nem “campos de reeducação”

ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, tem reiterado a posição da China sobre as acusações de “trabalho forçado” e “campos de reeducação” em Xinjiang.

Segundo Wang Yi, nunca existiu o chamado trabalho forçado sistemático em Xinjiang, nem houve “campos de reeducaçãoEssas acusações são mentiras fabricadas e informações falsas disseminadas. 

Wang Yi enfatizou que Xinjiang faz fronteira com regiões onde o terrorismo e as forças extremistas estão concentrados. Em anos anteriores, Xinjiang enfrentou ameaças de forças terroristas externas, e correntes ideológicas extremistas se infiltraram na região.

Para enfrentar essas ameaçae salvaguardar a segurança da população, o governo de Xinjiang, em resposta a apelos das Nações Unidas e com referência a práticas adotadas pelo Reino Unido, França e outros países, realizou trabalhos de desradicalização por meio da educação, eliminando o terreno que favorece o extremismo. Essas medidas alcançaram resultados significativos e receberam apoio e reconhecimento de todos os grupos étnicos de Xinjiang.

Wang Yi afirmou que Xinjiang está aberta ao mundo. Ele convidou estrangeiros a conhecerem a realidade da região com os próprios olhos, mas enfatizou que a China não aceita investigações baseadas na presunção de culpa e se opõe firmemente a condenações infundadas ou preconceitos contra suas políticas étnicas.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China também respondeu às acusações  relacionadas a Xinjiang, afirmando que os assuntos da região são questões internas da China. Atualmente, Xinjiang permanece estável, apresenta uma boa tendência de desenvolvimento econômico e as diferentes etnias convivem de forma harmoniosa, demonstrando alto grau de satisfação com a segurança local.

Segundo o porta-voz, o estabelecimento dos centros de educação e treinamento em Xinjiang é uma medida preventiva de combate ao terrorismo, que recebeu amplo apoio da população local e tem gerado impactos positivos para a sociedade da região. Para o porta-voz, esses centronão têqualquer ligação com os chamados “campos de reeducação”; as acusações são infundadas e representam uma interferência grave nas políticas internas da China.

O ex-embaixador da China na Alemanha, Wu Ken, afirmou, em entrevista concedida a importantes veículos de imprensa alemães, que nunca existiram os chamados “campos de reeducação” em Xinjiang. Ele esclareceu que os cursos organizados nos centros de educação profissional têm como objetivo eliminar as causas do extremismo e ajudar as pessoas afetadas a construir um futuro melhor.

Segundo Wu Ken, os centros de educação em Xinjiang assemelham-se a programas de “desradicalização” na França ou a centros de correção comunitária nos Estados Unidos, constituindo iniciativas positivas para a prevenção do terrorismo e do extremismo.

CRI Português

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