
O governo da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK) publicou, na quarta-feira (16), o Primeiro Plano Quinquenal para o Desenvolvimento Econômico e Social da RAEHK (2026-2030).
Trata-se da primeira vez que as instâncias superiores de Hong Kong elaboram um planejamento geral para seu desenvolvimento econômico e social, definindo claramente as metas, tarefas, prioridades estratégicas e caminhos a seguir para o desenvolvimento da região nos próximos cinco anos e em um período ainda mais longo, o que representa um marco histórico para o aprofundamento da prática do princípio de “um país, dois sistemas”.
O chefe do Executivo da RAEHK, John Lee, afirmou que a elaboração do plano quinquenal é uma necessidade estratégica para que Hong Kong se alinhe proativamente ao desenvolvimento nacional e se integre melhor ao panorama geral do desenvolvimento do país, além de servir como um programa de ação para reunir consensos sociais, unir forças de todos os setores, impulsionar a busca de Hong Kong pela prosperidade com base na estabilidade, e alcançar um desenvolvimento de alto nível.
Atualmente, a situação política e econômica de Hong Kong encontra-se no melhor momento da sua história. Em 2025, manteve a primeira posição global em liberdade econômica; o volume de recursos captados por meio de IPOs na bolsa de Hong Kong foi o maior do mundo; o número de visitantes a Hong Kong atingiu 49,9 milhões – um aumento de 12% em relação ao ano anterior. Nesse contexto, o primeiro plano quinquenal dessa região administrativa reveste-se de especial significado.
Este ano marca o início do 15º Plano Quinquenal da China, e o desenvolvimento de Hong Kong gozará de grandes oportunidades. A articulação ativa com as diretrizes nacionais ajudará a região a definir com precisão seu posicionamento no panorama geral do desenvolvimento do país como um todo e no cenário da concorrência internacional, conquistando um espaço de desenvolvimento mais amplo.
Acredita-se que, sob a orientação do primeiro plano quinquenal, Hong Kong continuará aproveitando sua vantagem única de “ter a pátria como apoio e estar conectada ao mundo” e concentrará esforços no desenvolvimento e na melhoria do bem-estar da população, permitindo que a superioridade e a vitalidade institucionais do princípio de “um país, dois sistemas” prosperem ainda mais.
