A Feira Internacional de Comércio de Serviços da China (CIFTIS) foi encerrada neste domingo (13), em Beijing. O evento atraiu mais de 400 empresas da lista Fortune Global 500 e companhias líderes de diferentes setores.
Na CIFTIS deste ano, foi estabelecida, pela primeira vez, uma área de exposição de casos sobre os “Serviços da China”, na qual cerca de 40% dos casos têm a inteligência artificial (IA), os grandes modelos e os agentes inteligentes como tecnologias fundamentais. O estabelecimento de centros de pesquisa e desenvolvimento na China e o aproveitamento do forte impulso de inovação das empresas do país tornaram-se uma escolha comum entre as corporações multinacionais.
A vice-presidente sênior global da farmacêutica Eli Lilly, Wang Li, afirmou que a empresa considera a China uma força relevante para a inovação global e se comprometeu a investir US$ 3 bilhões no país.
A edição deste ano também apresentou, pela primeira vez, uma área de promoção e roadshow sobre serviços voltados à entrada de empresas chinesas no mercado internacional.
O sócio-gerente de Sustentabilidade ESG para a Grande China da companhia de serviços profissionais Ernst & Young, Li Jing, observou que, em seu processo de globalização, as empresas chinesas já passaram da venda de produtos e dos investimentos para a exportação de capacidades e ecossistemas industriais.
O 15º Plano Quinquenal da China estipula que o país ampliará o acesso ao mercado e as áreas de abertura, tendo o setor de serviços como foco.
O sócio-gerente designado do Departamento de Mercado da Região Norte da KPMG China, Zhang Xinhua, afirmou que setores como telecomunicações de valor agregado e hospitais de propriedade integral estrangeira se tornaram áreas-piloto para a ampliação da abertura. A empresa acredita que mais setores serão abertos ao investimento estrangeiro no futuro, proporcionando novas oportunidades e novos caminhos de desenvolvimento na China.
