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China critica EUA por proibir importação de inversores elétricos e robôs avançados

No dia 28 de julho, horário do leste dos Estados Unidos, a Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) anunciou a inclusão de inversores elétricos e equipamentos robóticos avançados produzidos no exterior em sua lista de equipamentos considerados uma ameaça à segurança nacional (Covered List). Com a medida, novos modelos desses produtos não poderão obter autorização da FCC nem ser comercializados no mercado dos EUA.

Sobre o assunto, um porta-voz do Ministério do Comércio da China afirmou nesta quinta-feira (30) que, embora as medidas da FCC sejam aparentemente “não discriminatórias”, na prática discriminam e reprimem empresas e produtos chineses. Ele acrescentou que não é a primeira vez que a entidade adota medidas desse tipo.

O porta-voz ressaltou que as restrições prejudicam gravemente os interesses comerciais legítimos da China, afetam as relações econômicas e comerciais entre China e EUA e comprometem a estabilidade das cadeias industriais e de suprimentos globais. Por isso, a China enfatizou que se opõe firmemente às medidas.

Segundo o porta-voz, robôs e inversores elétricos são produtos amplamente comercializados no mercado internacional, e todas as partes, incluindo os EUA, se beneficiam desse comércio. Para ele, a conduta da FCC prejudica outros países sem trazer benefícios aos próprios Estados Unidos e constitui um exemplo típico de distorção do mercado e intimidação unilateral.

“A China insta os Estados Unidos a revogarem imediatamente as medidas equivocadas e a abandonarem essas práticas. Caso contrário, tomará firmemente contramedidas para defender seus direitos e interesses legítimos”, concluiu o porta-voz.

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