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China insta DPP a abandonar a pauta de “independência de Taiwan” para melhorar as relações entre os dois lados do Estreito

O Gabinete de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado da China realizou nesta quinta-feira (2) uma coletiva de imprensa, na qual a porta-voz Zhu Fenglian respondeu a perguntas sobre a atual conjuntura da ilha chinesa de Taiwan.

Recentemente, a opinião pública em Taiwan apontou que, em um contexto em que tanto os Estados Unidos quanto a China buscam estabelecer comunicação e reduzir riscos, as autoridades do Partido Democrático Progressista (DPP, na sigla inglês) devem reconhecer que a paz no Estreito de Taiwan exige confiança política mútua.

A questão de seu “programa partidário de independência de Taiwan” não é mais apenas um assunto interno do DPP, mas também um fator importante que afeta a confiança política mútua entre os dois lados do Estreito, os intercâmbios pacíficos e a estabilidade regional.

A porta-voz Zhu Fenglian destacou que somente se o DPP abandonar o programa de “independência de Taiwan”, cessar as atividades separatistas e reconhecer o Consenso de 1992, que incorpora o princípio de Uma Só China, as relações entre os dois lados do Estreito poderão realmente melhorar, garantindo assim a paz e a estabilidade da região.

“Estamos dispostos, sob o fundamento político comum de adesão ao Consenso de 1992 e de oposição à ‘independência de Taiwan’, a fortalecer o intercâmbio e a comunicação com partidos políticos, grupos e pessoas de todos os setores de Taiwan, trabalhando juntos para buscar a paz no Estreito de Taiwan, o bem-estar dos nossos compatriotas e a revitalização da nação”, acrescentou.

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