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Moçambique busca “solução chinesa” para superar desafios de desenvolvimento

O presidente de Moçambique, Daniel Chapo, escolheu a província de Hunan como seu primeiro destino ao chegar à China para uma visita de Estado. Durante sua agenda de três dias nesta província, Chapo visitou três fábricas.

Na viagem, o presidente moçambicano dedicou mais da metade do tempo para visitar empresas dos setores de energia elétrica, fabricação de maquinário e processamento de produtos agrícolas. Chapo inspecionou instalações com automação totalmente inteligente voltadas para o processamento avançado na agricultura, vivenciando de forma imersiva a inovação e a vitalidade da manufatura chinesa.

País predominantemente agrícola, Moçambique tem dois terços da população no meio rural. No entanto, o desenvolvimento agrícola do país enfrenta gargalos históricos ligados a fatores como tecnologia, informações de mercado e capacidade de prevenção e resistência a desastres naturais. Além disso, o fornecimento de energia elétrica apresenta instabilidades ou quedas frequentes.

Transformar a atual precariedade da infraestrutura e alcançar a modernização agrícola aliada a um desenvolvimento equilibrado são metas cruciais para o país. O presidente do país africano afirmou abertamente que as soluções para os problemas que dificultam o avanço de Moçambique foram encontradas na China.

Durante a passagem por Hunan, Chapo expressou ainda claramente, por diversas vezes, sua intenção de convidar empresas chinesas para participarem ativamente da modernização do país. No fórum bilateral de negócios no dia 17, representantes das duas partes assinaram presencialmente múltiplos acordos-quadro estratégicos que abrangem áreas como energia verde e biomedicina.

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