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Trabalho forçado? Moradores de Xinjiang desmentem mentiras por meio de relatos pessoais

O Ministério das Relações Exteriores da China organizou uma coletiva de imprensa sobre questões relacionadas à Região Autônoma Uigur de Xinjiang, na qual autoridades governamentais e moradores da região se encontraram com mais de 20 veículos de imprensa chineses e estrangeiros, apresentando um retrato fiel de Xinjiang. 

“Centro de educação e treinamento representa um novo começo para nós”

“Eu costumava ser influenciado pela ideologia extremista religiosa e ficava obcecado em participar de atividades religiosas ilegais. Recusava-me a procurar emprego ou trabalhar no campo”, compartilhou Abulajiang Abulaiti, formado pelo centro de educação e treinamento em Aksu, com jornalistas chineses e estrangeiros. 

Por meio dos estudos no centro de educação e treinamento, Abulajiang Abulaiti não apenas passou a compreender o perigo da ideologia extremista religiosa, mas também aprendeu técnicas de reparo automotivo. Após a formação, ele abriu uma oficina de reparos, ganhando mais de 10 mil yuans por mês. “O centro de educação e treinamento marca um ponto de virada significativo em nossas vidas e representa um novo começo para nós”, afirmou Abulajiang Abulaiti.

“Mudamos nossa vida com as próprias mãos – isso requer coerção por parte de terceiros?

“A nossa decisão de procurar emprego em outros locais não é, como alguns afirmam, resultado de coerção. Ganhamos o dinheiro, adquirimos habilidades e mudamos nossa vida com as próprias mãos – isso requer coerção por parte de terceiros?, questionou Xiaili Maimaitimin, um trabalhador migrante do distrito de Moyu, ao responder à pergunta relativa ao alegado “trabalho forçado contra minorias étnicas em Xinjiang”.

Xiaili Maimaitimin sustentava sua família com a agricultura. Em 2017, após ver um anúncio de recrutamento para uma empresa de vestuário, ele foi procurar emprego em Ili junto com sua esposa. Graças ao trabalho diligente, Xiaili Maimaitimin foi promovido a supervisor de oficina e está totalmente satisfeito com seu emprego. 

“Se não procurarmos trabalho em outro lugar, devemos depender de esmolas de outras pessoas? Aqueles que espalham boatos e nos difamam simplesmente invejam nossa prosperidade. Ninguém pode nos privar do nosso direito de buscar uma vida melhor”, afirmou Xiaili Maimaitimin.

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